Ao Mestre, com carinho

Thursday, March 01, 2007

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Vinte e seis de Julho de 1931, nascia na cidade de Itabirito, Minas Gerais, Telê Santana da Silva, ou apenas Telê Santana. Me arrepio ao escrever esse nome... Começou sua carreira aos 14 anos, no time de sua cidade, o Itabirense, e em seguida para o América, de São João Del Rei. Ainda um jogador juvenil, conseguiu ser aprovado num teste para jogar no Fluminense em 1950, onde veio a assinar seu primeiro contrato profissional em 1951, dirigido por Zezé Moreira, ano em que viria a conquistar seu primeiro título, o de campeão carioca, marcando incluvise 2 gols no jogo decisivo frente ao Bangu.

O Fio de Esperança, apelido de Telê, surgiu com um concurso sugerido pelo jornalista Mário Filho, entitulado: "Dê um slogan a Telê Santana e ganhe 5 mil cruzeiros". Venceram 3 apelidos, mas o que caiu nas graças da torcida foi Fio de Esperança, que fazia alusão aos seus apenas 57 quilos. Telê não teve oportunidades de brilhar na seleção brasileira, pois disputava vaga nada mais nada menos do que com Julinho Botelho e Garrincha. Ai complica!

Iniciou sua carreira que, por incrível que pareça, fora ainda mais vitoriosa, a de treinador, em 1967, como técnico do juvenil do Fluminense. Dois anos mais tarde, ganharia seu primeiro título no time principal do Fluminense. Daí pra frente, meus amigos, prepare-se para ler uma das carreiras mais vitoriosas da história de um treinador.

Só para se ter uma idéia da capacidade do Mestre, ele conseguir ser campeão estadual nos 4 principais centros futebolísticos do país: Campeão Carioca pelo Fluminense em 1969; Campeão Mineiro pelo Atlético Mineiro em 1970 e 1988; Campeão Gaúcho pelo Grêmio em 1977(interrompendo uma sequência de 8 títulos do Internacional) e Campeão Paulista pelo São Paulo em 1991 e 1992. E ainda há quem conseguia chamá-lo de pé-frio...
Em 1971, no primeiro ano de Campeonato Brasileiro, leva o Atlético Mineiro ao título, num triangular disputado com as equipes do São Paulo e do Botafogo. Vale lembrar que Telê tinha até então 4 anos de carreira apenas.

Foi campeão Árabe em 1983, da Copa do Rei Árabe em 1984 e da Copa do Golfo em 1985, todos pelo Al-Ahly, do Egito. Fico imaginando aqueles jogadores árabes recebendo instruções do Mestre, ainda mais depois do time que ele montou na Copa de 82. E atualmente, Sul-Africanos receberão instruções de Parreira... é, quase igual.

Voltando para a civilização, falemos um pouco sobre as Copas de 82 e 86, copas que renderam a absurda fama de pé-frio ao Mestre, mas enfim, coisa de brasileiro, povo de mentalidade pequena, que só interessa o título, que dá mais valor ao futebol pragmático jogado em 94 do que ao vistoso futebol de 1982. Feliz são meus pais, que viram essa Copa, preferia que essa seleção tivesse ganho e eu não tivesse visto do que ter visto o título de 94, sem tirar os óbvios méritos de jogadores como Taffarell, Dunga, Branco e Romário.

Na Copa de 82, na Espanha, gostaria de começar citando os atletas que formavam a seleção nessa copa: Carlos, Paulo Sérgio e Waldir Peres; Edevaldo, Leandro, Júnior e Pedrinho; Edinho, Juninho, Luizinho e Oscar; Batista e Toninho Cerezzo; Dirceu, Falcão, Paulo Isidoro, Renato, Sócrates e Zico; Roberto Dinamite, Serginho e Éder. Precisa algum comentário?
Me dá angústia imaginar um meio-campo com Falcão, Sócrates e Zico e saber que não presenciei isso. Era uma seleção renomada, mas não uma seleção que jogou apenas com o nome, como a de 2006, todos ali faziam justiça ao nome, e jogaram simplesmente um futebol perfeito. Não há uma pessoa, mesmo italianos, que achem a seleção da Itália mais forte do que a seleção brasileira de 82. Futebol felizmente não é uma ciência exata, mas pra essa seleção de 82 bem que poderia ser, porque não haveria no mundo que nos batesse. Enfim, coisas do futebol.

Na Copa de 86, no México, a seleção esteve longe de apresentar o mesmo futebol de 82, mas ainda sim contava com atletas de respeito, como Leão, Edinho, Oscar, Júnior, Falcão, Sócrates, Zico, Careca e Casagrande. E novamente, de forma novamente inexplicável, perdemos, dessa vez para a França, nos pênaltis, após empate por 1 x 1 no tempo regulamentar, nas quartas-de-final. Pronto, foi o suficiente para uma chuva de críticas ao Mestre, sendo motivo de chacota dentre a mídia brasileira. Mas a volta por cima é sempre prazerosa.

1990, Telê Santana, demitido do Palmeiras, assume o São Paulo Futebol Clube, no lugar do uruguaio Pablo Forlán. Sem muitos recursos, apostou em jovens jogadores como Raí, Leonardo, Cafu, Antônio Carlos e Elivélton. E já em 1990 conseguiu uma final de Campeonato Brasileiro, perdendo a final para o Corinthians.
Em 1991, com um time mais entrosado e mais experiente, Telê Santana leva o São Paulo ao seu 3° título nacional, vencendo o Bragantino na decisão, o que leva o São Paulo a disputar a Libertadores de 1992.

Libertadores da América, 1992. O São Paulo, até então jamais campeão do torneio, disputa a primeira fase juntamente com Criciúma, San José e Bolívar, obtendo 3 vitórias, 2 empates e 1 derrota. Nas oitavas-de-final, duelo frente ao Nacional, e duas vitórias: 1 x 0 fora e 2 x 0 em casa.
Nas quartas-de-final, um duríssimo duelo novamente frente ao Criciúma, que havia vencido o São Paulo por 3 x 0 na primeira fase. No Morumbi, vitória por 1 x 0, e em Criciúma, empate de 1 x 1.
Nas semifinais, uma tranqüila vitória de 3 x 0 sobre o Barcelona do Equador, e no jogo de volta derrota por 2 x 0. São Paulo, dirigido por Mestre Telê Santana, numa final de Libertadores novamente. O adversário: Newell's Old Boys, da Argentina.
Primeiro jogo na Argentina, e vitória do time da casa, 1 x 0. Segundo jogo no Morumbi, para um público de mais de 105 mil pessoas, o São Paulo devolve o 1 x 0, e a decisão vai para os pênaltis. São Paulo vence por 3 x 2, e Gamboa, zagueiro argentino, deve sonhar com o monstro Zetti até hoje.
Time-base: Zetti, Cafu, Antônio Carlos, Ronaldão e Ivan; Adílson, Pintado, Raí e Palhinha; Müller e Elivélton. Vaga no Mundial Interclubes garantida.

Mundial Interclubes, 1992, Tóquio. São Paulo x Barcelona, Barcelona x São Paulo, um jogo simplesmente histórico, ambos buscando seu primeiro título mundial. O Barcelona ostentava um elenco repleto de craques como Zubizarreta, Stoichkov, Koeman, Beguiristain e Michael Laudrup, sem contar Johann Cruyff como treinador. Lembro-me perfeitamente, morava num prédio no Centro, meu pai me acordando, se não me engano eram duas da manhã, e nós assistindo ao jogo, meus berros, finos, mas apaixonados, com o gol antológico de falta do Raí, realmente no ângulo, sem a menor chance para Zubizarreta. O São Paulo, sob o comando do "pé-frio" Telê Santana, conquistava o maior título de sua história. O São Paulo era o mais novo Campeão Mundial.
Times-base:
Barcelona: Zubizarreta, Ferrer, Koeman, Guardiola e Euzébio; Bakero, Amor, Witschge e Beguiristain; Stoichkov e Laudrup. Téc.: Johann Cruyff.
São Paulo: Zetti, Vítor, Adílson, Ronaldão e Ronaldo Luís; Pintado, Cerezo, Raí e Cafu; Palhinha e Müller. Reservas: Marcos, Válber, Dinho, Catê e Elivélton.

E só para constar, em 92 o São Paulo fora campeão paulista também, numa final disputada contra o Palmeiras, 7 dias após o jogo contra o Barcelona. E que venha 1993!

Libertadores da América, 1993. O São Paulo, como atual campeão, não precisou disputar a primeira fase da competição, entrando somente a partir das oitavas. E de cara um velho conhecido: o Newell's Old Boys, jurando vingança. No primeiro jogo, parecia que iriam conseguir, vencendo o São Paulo por 2 x 0. Mas no Morumbi, um sonoro 4 x 0, e outra vez o São Paulo era o pesadelo dos Meninos Velhos.
Nas quartas-de-final, um doméstico confronto contra o Flamengo. No Maracanã, após jogar infinitamente melhor que o adversário, o São Paulo apenas empata com o Flamengo por 1 x 1. No Morumbi, vitória por 2 x 0.
Na semifinal, o primeiro jogo seria no Morumbi dessa vez, por obras da CONMEBOL. Vitória sofrida, 1 x 0 frente ao Cerro Porteño. E no segundo jogo, em Assunción, brilhou novamente a estrela de Ronaldo Luis, ao salvar um gol do adversário em cima da linha, feito que ele já havia realizado contra o Barcelona e na final do Paulista contra o Palmeiras no ano anterior. 0 x 0, São Paulo na final novamente.
Na final, o adversário seria o Universidad Católica, do Chile. Pobre Católica, levou um vareio do time comandado pelo Mestre, 5 x 1, o maior placar de uma final de Libertadores, título praticamente garantido, só restava ir ao Chile cumprir tabela. Derrota por 2 x 0, mas e daí, o São Paulo era bi-campeão da Libertadores! Êta pé-frio bom esse! Novamente, Mundial a vista.

Mundial Interclubes, 1993, Tóquio. O São Paulo enfrentaria a máquina que era o time do Milan, talvez um dos maiores times europeus de todos os tempos, um time que metera 4 x 0 no Barcelona na final da Champions League. Contava com uma defesa perfeita, com Rossi, Panucci, Costacurta, Baresi e Maldini. Uma vitória que viria a ser épica, ainda mais da forma com que foi conquistada.
O São Paulo saiu na frente com Palhinha aos 19' do 1° tempo. Massaro empatou aos 3' do 2° tempo. Aos 14', Cerezo recoloca o São Paulo em vantagem. Aos 36', Papin empata novamente para os milanistas. Até que, aos 41', num lance absolutamente fortuito, Müller sai para dividir com Rossi, o goleiro rebate a bola, que toca no calcanhar de Müller e entra. Müller nem viu a bola entrando, só a viu dentro do gol. A partir daí foi apenas administrar o placar e comemorar, éramos bi-campeões mundiais!! Obrigado, pé-frio!
Times-bases:
Milan: Rossi, Panucci, Costacurta, Basesi e Maldini; Albertini, Donadoni, Desailly e Massaro; Papin e Raduciou. Téc.: Fabio Capello.
São Paulo: Zetti, Cafu, Válber, Ronaldão e André Luis; Doriva, Dinho, Cerezzo e Leonardo; Palhinha e Müller. Téc.: Telê Santana.

O São Paulo conquista ainda nesse ano a Supercopa da Libertadores, vencendo o Flamengo, e a Recopa Sulamericana, vencendo o Cruzeiro. No ano seguinte, perde a Libertadores nos pênaltis para o Vélez Sarsfield, da Argentina, mas volta a vencer a Recopa, diante do Botafogo(jogo disputado em Kobe, Japão) e vence a CONMEBOL, time do famoso "Expressinho", que eliminou o Corinthians na semifinal e venceu o Peñarol na final, num fantástico 6 x 1 no primeiro jogo (Rogério Ceni, Claudemir, Bordon, Nelson e Marcelo Alexandre; Ronaldo Luis, Emerson, Marcelo Pereira e Juninho Paulista; Caio e Denílson. Téc.: Muricy Ramalho).

Trabalhou no São Paulo até 1996, onde uma isquemia cerebral o afastou do time. Em 2003, tem uma parte da perna amputada. Com dificuldades pra se locomover e falar, Telê Santana vai tendo seu estado agravado com o tempo. Em março de 2006, é internado com uma grave infecção no intestino. E no dia 21 de Abril de 2006, dia de outro mineiro, Tiradentes, Telê Santana nos deixa. Não temos mais a sua presença dentre nós, o seu sorriso, seu mau humor engraçado, sua filosofia como treinador, mas isso passa, com o tempo a saudades ameniza um pouco. Mas o homem, o cidadão que o senhor ensinou não só aos jogadores que esteve sob Seu comando, mas a toda pessoa que o conheceu, nem que seja pela TV, isso é para sempre. Valeu, Mestre.


Olê, Olê, Olê, Olê, Telê, Telê. Olê, Olê, Olê, Olê, Telê, Telê.


E rompe-se o fio de esperança.



Feliz Aniversário Amor

Saturday, February 17, 2007

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17 de Fevereiro de 1995, nascia aquela que viria a ser o amor da minha vida. Eis sua história:

Mamãe Márcia foi pegar seus filhos, André e Priscila, na escola Maurício Cury, no centro da cidade. André naquela época tinha medo de cachorro, chegou a ir ao psicólogo por causa desse medo. André e Priscila adentraram no banco de trás do Chevette branco de mamãe Márcia, e viram uma caixa, com um monte de coisinhas pulando dela. Ao olhar para a caixa, viram uma cachorrinha marrom, dormindo toda enroladinha, como um anjo. As coisinhas pulando eram suas pulguinhas. Impossível sentir medo desse bebezinho.

Desde pequena, mostrava-se com uma inteligência e esperteza única, tendo aprendido rapidamente palavras como: senta, dá a pata, deita, passear, coleira, biscoito, osso, tchau, etc. Aprendeu também a brincar de esconde-esconde comigo e com minha irmã: um de nós segurávamos ela, o que ia se esconder gritava "tchaaaau!!", e depois quando tava escondido gritava: "pooode!!", e lá ia ela procurar um de nós 2. Fico me perguntando quantos cachorros fazem isso.

Era muito bagunceira também, vivia comendo o rodapé da casa, puxando o rolo de papel higiênico, comendo parede e mais dezenas de outras coisas. Dentre essas duas coisas vale destacar quando ela mordeu 2 amigos meus, um abaixo do olho e outro no lábio. Isso é problema deles, a Babi pode tudo :)


Um momento inesquecível de sua vida foi quando teve seus 5 filhotinhos, carinhosamente apelidados de: 1313 (lê-se treze-treze), pois era a mais fraquinha, a azaradinha, tudo de errado acontecia com ela; a branquinha e o branquinho, pois nasceram de uma cor jamais vista em um Basset (depois escureceram, ficaram "normais"); o ziguinho, pois era da cor do cachorro que a Babi cruzou, o Zig; e a babizinha, que era a mais parecida com a Babi. Era absolutamente mágico chegar em casa e ver aqueles 6 cachorrinhos vindo te saudar na porta. Lembro-me ter chorando quando o ziguinho, meu preferido, foi vendido. E lembro-me ainda mais quando depois de um tempo fomos visitar todos os filhotinhos, e o ziguinho me reconheceu, fez uma enorme festa... aquele dia foi foda não chorar... como estou quase nesse momento...

Quando vinha para esta casa, ainda de meus avós maternos, sempre caçava os gatos que minha avó tinha. Ela tem esse dom de caçadora até hoje, próprio da raça. Ela que nos alertou da existência de ratos na edícula. Ela é foda.
Algo que me deixa totalmente assustado até hoje foi quando, já morando nessa casa, fui sair com ela para passear, e fui atravessar a avenida aqui e subir no canteiro central, mas por algum motivo ela não quis subir no canteiro, então eu fui e puxei nela, nisso ela fez força para o lado contrário, e a coleira dela saiu. E vinha vindo um carro...... pausa para respirar..... o carro deve ter passado a uns 15 ou 20 centímetros dela...... se algo lhe tivesse acontecido creio que não estaria aqui hoje escrevendo essa homenagem a meu amor, pois eu estaria morto.


Hoje é inegável dizer que sou a pessoa que ela mais faz questão de estar junto aqui, ela tá sempre comigo, dorme comigo, almoça comigo, janta comigo, deita na sala pra ver tv comigo, vai no quintal comigo, as vezes até cava a porta do banheiro pra eu sair mais rápido. O amor que essa cachorrinha trás consigo é algo inexplicável, não existe companheira como ela, ela enxuga minhas lágrimas quando choro, ela faz carinha de triste quando vem lamber meu rosto e sem querer dá uma mordidinha na minha boca, ela tenta agradar quando recebe alguma bronca, vem nos lamber, ela é tudo e mais um pouco pra mim, eu simplesmente não vivo sem ela, eu não me imagino mais olhando pra minha cama e a vendo vazia, eu não me imagino mais comendo sem ter o rostinho dela me olhando, eu não me imagino mais chegando em casa e não vendo ela me receber com festa, eu não me imagino mais sem o cheirinho dela. Eu a amo mais do que tudo nesse mundo, viver sem ela não é viver, é apenas existir.
Posso muitas vezes me sentir triste, mas sozinho eu não me sinto há 12 anos, idade que meu bebê completa hoje. Parabéns, amor.

Championship Manager - Scratch dos Sonhos

Friday, February 09, 2007

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Uma homenagem ao melhor time já formado no Chelsea, temporada 2018/2019:
Andrew Lonergan - Goleiro - 35 anos
Jogos: 266
Gols Sofridos: 208
Jogos sem sofrer gols: 148
Man of the Match: 22
No Chelsea desde 24.06.2010
Michael Collins - Lateral-direito - 28 anos
Jogos: 183
Gols: 2
Assistências: 13
Man of the Match: 0
No Chelsea desde 01.07.2013
Mirko Viviani - Zagueiro - 33 anos
Jogos: 183
Gols: 6
Assistências: 20
Man of the Match: 3
No Chelsea desde 09.01.2014
Alberto Peixoto - Zagueiro - 27 anos
Jogos: 273
Gols: 20
Assistências: 20
Man of the Match: 3
No Chelsea desde 27.01.2012
José Julian de la Cuesta - Lateral-esquerdo - 36 anos
Jogos: 185
Gols: 9
Assistências: 24
Man of the Match: 3
No Chelsea desde 09.07.2014
Jermaine Jenas - Volante - 36 anos
Jogos: 160
Gols: 14
Assistências: 26
Man of the Match: 5
No Chelsea desde 18.06.2014
Cristiano Ronaldo - Meia-direita - 34 anos
Jogos: 485
Gols: 124
Assistências: 187
Man of the Match: 42
No Chelsea desde 26.08.2007
Arjen Robben - Meia-central - 35 anos
Jogos: 372
Gols: 66
Assistências: 115
Man of the Match: 11
No Chelsea desde 29.08.2009
Kevin Watson - Meia-esquerda - 27 anos
Jogos: 53
Gols: 15
Assistências: 24
Man of the Match: 5
No Chelsea desde 17.06.2017
Supat Rungratsamee - Atacante - 30 anos
Jogos: 285
Gols: 252
Assistências: 135
Man of the Match: 83
No Chelsea desde 26.07.2008
Anatoli Todorov - Atacante - 33 anos
Jogos: 671
Gols: 684
Assistências: 200
Man of the Match: 260
No Chelsea desde 27.08.2003
* Dados atualizados até 16.03.2019

Chelsea's players

Monday, January 22, 2007

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Jogadores que já vestiram a camisa azul do time londrino ao longo de minha passagem pelos Blues:
Goleiros: Santiago Cañizares, Luke Steele, Rogério Ceni, Dudek, Kasper Schmeichel, Lonergan, Riesgo, Cudicini, Pidgeley, Lee Thomas, Stuart Patterson e Dida.
Laterais: Lizarazu, Jlloyd Samuel, Rincón, Bonera, Hanno Balitsch, Zambrotta, Glen Johnson, Babayaro, Petit, Geremi, Gallas, Wayne Bridge e Winfred Bouma.
Zagueiros: Jaap Stam, Ricardo Carvalho, Kovac, Thuram, Legrottaglie, Senderos, Kilgallon, Alberto Peixoto, Huth, John Terry, Viviani, José Julian de la Cuesta, Michael Collins, Chris Martin, Carl Wood, Carles Puyol, Desailly, Bogarde, Sol Campbell e Rio Ferdinand.
Volantes: Edgar Davids, Igor Tudor, Julio Baptista, Steven Gerrard, Claude Makelele, Andrea Pirlo, Émerson, Gennaro Gattuso, Jermaine Jenas, Mascherano e Price.
Meias: Juninho Pernambucano, Basturk, Pennant, Barry Ferguson, David Beckham, Riquelme, Le Tallec, Del Piero, Barnetta, Zidane, Downing, Scott Parker, Eagles, Arrieta, Sparv, Cristiano Ronaldo, Pires, Andrew O'Connor, Zenden, Gronkjaer, Damien Duff, Verón, Frank Lampard, Joe Cole, Ronaldinho, Joaquín, Tim Curtis, Kevin Watson, Fabregas, Gareth White, Arjen Robben, Diego, Richard Lewis, Nick Cole, Pavel Nedved e Kaká.
Atacantes: Pauleta, Alan Smith, Neuville, Delvecchio, Torales, Puustinen, Di Vaio, Drogba, Éderson, Paul Christina, Tim Burgess, Forsell, Gudjohnsen, Adrian Mutu, Hasselbaink, Carlton Cole, Hernán Crespo, Filipe Oliveira, David King, Gallaccio, John Johnston, Robertson, Robinson, Beattie, Simonetta, Supat Rungratsamee, Adriano e Anatoli Todorov.
Atualizado até o ano de 2017.
Negritos = jogadores que marcaram época no clube.

Temporada 2007 - Da série C para o mundo!

Sunday, November 26, 2006

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(Ao som de Vangelis - Excalibur)

Taça Libertadores da América

São José dos Campos está parada para ver a estréia do EC São José numa competição internacional!! Sua estréia será contra o Chivas, em Guadalajara!!
Resultado: Chivas 2 x 1 São José (Toró).


São José fazendo seu segundo jogo na Libertadores, o segundo fora de casa, desta vez contra o Deportivo Quito.
Resultado: Deportivo Quito 1 x 0 São José.

Desespero total, um resultado diferente de uma vitória já poderia acabar com as chances de classificação do São José. Primeiro jogo internacional do estádio Martins Pereira, que recebe quase 17 mil pessoas para ver São José x Deportivo Táchira.
Resultado: São José 4 (Éderson, Vandinho e Toró(2)) x 1 D. Táchira.


Novamente em casa, jogo pra confirmar a reabilitação, vitória seria de vital importância. O adversário seriam os equatorianos do Deportivo Quito.
Resultado: São José 1 (Enrico) x 0 D.Quito.


São José viaja rumo a Venezuela, ciente que precisaria de uma vitória a qualquer custo pra alcançar os 9 pontos e decidir em casa contra o Chivas.
Resultado: D.Táchira 1 x 3 São José (Toró, Enrico e Wendell).


São José precisando da vitória, Chivas já garantido em primeiro lugar.
Resultado: São José 2 (Enrico e Vandinho) x 0 Chivas. Vaga assegurada ao mata-mata.


Taça Libertadores da América - Oitavas-de-final


São José 3 x 1 Universidad Católica
Aos 26 minutos a Católica abre o placar. Tristeza no Martins Pereira e em toda a cidade. Mas 3 minutos depois Vandinho empata a partida! E assim termina o primeito tempo.
O São José virou o jogo aos 16 da segunda etapa, com Rafael Pedro! E aos 27 minutos, Enrico definiu a vitória e a vantagem joseense para o jogo de volta.

Universidad Católica 0 x 2 São José
São José dominou amplamente a partida. Aos 13 do primeiro tempo abriu o placar com Rafael Pedro, e aos 26 do segundo tempo fechou o marcador com Éderson.
Quartas-de-final a vista, e um adversário nada indigesto.

Taça Libertadores da América - Quartas-de-final

São Paulo 2 x 0 São José
SP, até então campeão de todas as libertadores desde 2004, uma superpotência. São José, humilde time vindo da série C.
O tricolor do Morumbi joga num 4-4-2 convencional, mas com os MD e ME com setinha até as posições AD e AE, o que deixaria quase um 4-2-4 quanto o time atacasse, horrível pra um time como o São José que joga com 3 zagueiros. Então o perspicaz técnico André Renato teve a idéia de jogar com 3 volantes, sendo 2 abertos pelos flancos, com mentalidade superdefensiva, com a única missão de parar as subidas dos MD e ME do São Paulo. No primeiro tempo a tática funcionou perfeitamente, o SP não conseguiu pressionar a equipe do São José. Então, para o segundo tempo, o São Paulo mudou para um 4-3-3, com um dos atacantes sendo o Souza. Eu não tinha nenhum volante que soubesse jogar de zagueiro, mas como um dos atacantes do SP não era um atacante, resolvi improvisar o Wendell de zagueiro marcando o Souza, enquanto Betão marcava Lima e Marquém, Thiago Gentil. Resultado disso: 1 x 0 SP, gol de Souza. E não muitos minutos depois, num gol que odeio tomar, de escanteio, o São Paulo fez 2 x 0. E fim de jogo. Já era, pensa André.
Taça Libertadores da América - Quartas-de-final
São José 3(2) x 1(1) São Paulo
O treinador André Renato pensa antes do jogo: "bom, vou jogar pra me divertir, olha onde eu já consegui levar o São José, não vou me estressar com a eliminação".
Vou para o jogo com o mesmo sistema de jogo, com exceção dos 3 volantes do jogo anterior, que agora passou a ser 2 volantes e um meia. Mentalidade normal, pq mesmo precisando da vitória não era prudente sair atacando o São Paulo.
Pois bem, 30 minutos de jogo e o São José vencia por 2 x 0. Sim, 2 x 0 em meia hora de jogo!! André Renato não acreditava no que seus jogadores estavam fazendo. E termina o primeiro tempo. Dou uma seguradinha no meu 2° volante e no meu meia central. E começa o segundo tempo. Aos 15 minutos, São José 3 x 0!!!!!!!! São José fazia história até aquele momento!! E pouco depois um jogador do São Paulo se contundiu, e o time já tinha feito as 3 alterações, mas não deu nem tempo de parar o jogo pra fazer alterações, pois começou um lance-chave para o São Paulo... gol. 3 x 1.
André Renato ficou na dúvida de partir pro ataque pra tentar aproveitar o jogador a mais ou então continuar com mentalidade normal pra não deixar espaço para um contra-ataque. Opto pela segunda opção, pq levar um jogo como esses para os pênaltis já era uma glória. E assim foi, final de jogo, 3 x 1 para o São José.
Pênaltis:
Martins Pereira vive uma tensão ímpar. A cidade está parada em frente a telinha da tv. 700 mil corações joseenses batendo forte.
São Paulo começa batendo com Orteman. PEEEEEEEEGA EDINHO!!!!
São José vai para sua primeira cobrança, com Toró. Pega Rogério Ceni.
São Paulo para sua 2ª cobrança. Gol.
São José vai para sua 2ª cobrança. Pega Rogério Ceni.
São Paulo podendo abrir 2 x 0. PRA FORA!!!!!!!!!!!!!!!!
São José para enfim empatar o jogo. Defende Rogério Ceni...
São Paulo para sua 4ª cobrança. PEEEEEEEEEEEEEGA EDINHO!!!!!!!
São José para sua 4ª cobrança. GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL!!!!
São Paulo abrirá a 5ª série com o zagueiro André Dias. ISOOOOOOOOOOOOOLA!!!! O SÃO JOSÉ ESTÁ A UM GOL DAS SEMIFINAIS!!!!!!!!!
São José vai para a 5ª cobrança com Éderson! A cidade está com você garoto!! Partiu Éderson, correu, bateu.... GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL!!!! O SÃO JOSÉ ELIMINA O GIGANTE SÃO PAULO NAS COBRANÇAS DE PENALIDADES!!! NÃO HÁ PALAVRAS QUE DESCREVA A EMOÇÃO DE ANDRÉ RENATO, QUE CAI NO CHÃO AJOELHADO, CERRANDO OS PUNHOS, NÃO ACREDITANDO NO QUE SEUS JOGADORES ACABAM DE FAZER!!! HERÓICO, HISTÓRICO, ÉPICO!!!
E QUE VENHA O BOCA!
Taça Libertadores da América - Semifinal - La Bombonera
Boca Juniors 0 x 1 São José
São José jogando no temível La Bombonera, na presença de Diego Maradona. São José com a sua já tradicional formação defensiva com 3 zagueiros e 3 volantes, mentalidade defensiva e contra-ataque. Num jogo absolutamente surpreendente, o São José domina inteiramente a partida, 1 x 0 foi pouco, 3 x 0 não seria nenhum exagero. E assim termina a partida de ida. São José a um passo da final da Libertadores!!!
Taça Libertadores da América - Semifinal - Martins Pereira
São José 2 x 1 Boca Juniors
Apesar da vantagem obtida na Argentina, a vaga estava longe de estar garantida. Passa pela cabeça de André Renato o Paysandu vencendo o Boca na Bombonera e depois perdendo a vaga no Mangueirão. Todo cuidado era pouco.
Jogo com mentalidade normal, com 2 volantes. E de cara o Boca abre o placar. Silêncio no Martins Pereira. Mas logo a torcida volta com seu tradicional cântica: "OLÊ, ÁGUIA! OLÊ, ÁGUIA!", e isto impulsiona o time para uma virada sensacional! 2 x 1, 3 x 1 no agregado, E SÃO JOSÉ ESTÁ NA FINAL DA LIBERTADORES!!!!
E QUE VENHA O CRUZEIRO!!!!
Taça Libertadores da América - Final - Martins Pereira
São José 3 x 3 Cruzeiro
90 mil joseenses lotam o Martins Pereira (capacidade do estádio: 18 mil), a cidade está parada, quem não é Cruzeirense é Joseense em todo o Brasil, o país se une pelo pequeno São José!!!
O Cruzeiro chega embalado a final após eliminar o River Plate nas semifinais. E era a segunda maior força do futebol brasileiro, atrás apenas do São Paulo.
Jogo com o mesmo esquema do segundo jogo contra o Boca, e de cara o São José abre 2 x 0!!! São José está em festa, André Renato começa a acreditar que seu time pode ser campeão!!! E termina o primeiro tempo!!!!!! E para a infelicidade joseense, futebol são 2 tempos...
No segundo tempo o Cruzeiro simplesmente vira para 3 x 2... André Renato sabe que não pode perder esse jogo, pq jogar fora de casa precisando sair pro jogo com certeza era derrota na certa, então ele pensa: "vou pra mentalidade tudo-por-tudo, ou eu empato essa porra ou tomo 4 x 2 e me fodo de vez". E essa audácia do treinador joseense rende um gol fantástico de Vandinho aos 47 minutos!!! 3 x 3!!! Final de jogo! São José, apesar de não estar de todo contente, respira ainda.
Taça Libertadores da América - Final - Mineirão
Cruzeiro 1 x 2 São José
Todas as 700 mil pessoas da cidade de São José dos Campos viajam para Belo Horizonte, São José vira uma cidade fantasma.
O supersticioso André Renato está contente com o fato do São José jogar a final com seu uniforme nº 2, a camisa branca, que segundo ele, trás sorte. E ele parecia saber o que falava.
São José, graças ao gol de Vandinho, pôde jogar no seu velho esquema de mata-matas fora de casa: 3 zagueiros, 3 volantes, mentalidade defensiva e contra-ataque.~
São José domina INTEIRAMENTE A PARTIDA! Uma exibição de gala dos jogadores joseenses, e um justíssimo placar de 2 x 0 é construído!!! Faltando 9 minutos para o término da partida, o Cruzeiro diminui. Cruzeiro vindo com mentalidade tudo-por-tudo agora, imaginem a pressão e a tensão de André Renato. Time TODO na defesa, metendo chutão pra frente, esperando o apito final. E ele acontece. SÃO JOSÉ É CAMPEÃO DA LIBERTADORES!!!!!!! HISTÓRICO!!! JOGADORES JOSEENSES CHORAM NO GRAMADO DO MINEIRÃO!!! ANDRÉ RENATO SE JOGA NO GRAMADO (cama), COMEMORANDO COM SEUS JOGADORES!!! CAMPEÃO!!! CAMPEÃO!!! CAMPEÃO CARALHO!!!!!
E QUE VENHA O CHELSEA!!!!!!!
Mundial Interclubes - Yokohama
Chelsea 1 x 6 São José
As 700 mil pessoas de São José dos Campos viajam para o Japão. Logo após a conquista da Libertadores, o técnico André Renato pensa com seus botões: "eu posso pegar qualquer times, menos o Chelsea", pq a equipe londrina joga num 4-3-2-1, o que obrigaria uma mudança no esquema tático. E para minha infelicidade, fui enfrentar justamente o Chelsea.
Como jogo com 3 zagueiros e a maioria dos adversários jogam com 2 atacantes, o zagueiro da esquerda marca um, o da direita marca outro e sobra o líbero, esse 1 atacante do Chelsea faria com que eu mudasse o time, deixando o líbero Rafael Pedro marcando individualmente o atacante do Chelsea (um tal de Andryi Shevchenko), enquantos meus outros 2 zagueiros marcariam a zona.
Chelsea:
Cudicini, Gallas, Huth, Kehl e Hargreaves; Lampard, Ferguson e Duff; Ballack e Robben; Shevchenko. Téc.: José Mourinho.
São José:
Edinho, Rafael Pedro, De la Cuesta e Betão; Renan, Rodolfo Soares, Wendell, Toró e Enrico; Vandinho e Éderson. Téc.: André Renato.
Tensão pura, vai começar a partida, São José na defensiva e contra-ataque como sempre. Árbirtro autoriza o início da partida. Ou seria o início do baile joseense?
Com menos de 1 minuto de jogo, Éderson abre o placar para o São José!!! Festa total!!
Aos 8 minutos, Éderson faz o segundo gol dele e o segundo gol do São José!!! Inacreditável!! Um começo arrasador do São José!!!
Mas aos 14 minutos, numa cobrança de pênalti, Lampard desconta para o Chelsea.
Jogo fica disputado, até os 33 minutos, quando Vandinho marca o terceiro gol do São José!!!!! E termina o primeiro tempo, São José 3 x 1 Chelsea!
E começa o segundo.
Aos 13 minutos, Vandinho faz o quarto gol do São José!!! Simplesmente inacreditável o que estava acontecendo em Yokohama!!!
E 3 minutos mais tarde, Toró amplia a vantagem!!! 5 x 1!!! Chelsea atordoado com o futebol contundente do São José Esporte Clube!!!
E 7 minutos mais tarde, Vandinho anota seu segundo tento na partida!!! 6 x 1!!! Surra histórica!!!
Era só esperar o apito final e comemorar!
E final de jogo em Yokohama! São José destrói o Chelsea!!! 6 x 1!!! Campeão Mundial!!!!!!!!!!!!! Os adeptos sugerem que seja construída uma estátua para o treinador André Renato em frente ao Martins Pereira!! CAMPEÃO MUNDIAL!!!

ÉPICO!!! ÉPICO!!! ÉPICO!!!

Monday, September 25, 2006

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O título resume bem a vitória do São José sobre o Santos: SIMPLESMENTE ÉPICO!!!!!
Vila Belmiro, Santos - 23ª Rodada - 3 de Setembro de 2006 - 34°C
Árbitro - Edílson Pereira de Carvalho (espero que meu jogo não seja anulado)
Santos: Fábio Costa, Paulo Henrique, Ávalos, Luis Alberto e Kléber; Toledo, Ednei e Tiago; Tiuí, William e Ilan. Téc.: Émerson Leão. 4-3-3.
São José: Edinho, Luis Fernando, Renato, Betão e Marquém, Rodolfo Soares, Wendell, Hugo e Cesinha, Enrico e Vandinho. Téc.: André Renato. Líbero + 3 zagueiros + 2 volantes + 2 meias abertos com setinha pra frente até a intermerdiária + 2 atacantes.
Bola rolando na Vila Belmiro, e o primeiro bom momento sai dos pés de Enrico. Kléber bate o impedimento atravessando a bola da esquerda pra direita, Hugo ganha pelo alto e escora pra Enrico, que livre, chuta rasante ao travessão de Fábio Costa. Uuuhh!!!
Santos responde no minuto seguinte, aos 8 minutos, com Ilan exigindo grande defesa de Edinho, espalmando para o miolo da área, onde Wendell, a la Fabão, tira o perigo.
Aos 14, Ilan cruza da direita, Tiuí enche o pé, Edinho espalma e Luis Fernando alivia o perigo.
Aos 15, Hugo rouba bola no meio campo e lança Enrico pelo flanco esquerdo do campo, que cruza para boa cabeçada de Vandinho, e melhor ainda defesa de Fábio Costa, com Luis Alberto afastando o perigo. Jogo movimentado na Vila!
Aos 22, lance de maior perigo do jogo até então: Hugo bate a falta, Fábio Costa espalma, a bola sobra livre pra Vandinho cara a cara com Fábio Costa, mas chuta rente ao travessão. Uuuhh!!
Jogo esfria, mas quando volta a esquentar, e pra valer. 45 minutos, Edinho sai jogando curto com Luis Fernando, que devolve para Edinho, que chuta pra frente, encontrando a cabeça de Vandinho, escorando a bola perfeitamente para Enrico, que cara a cara com Fábio Costa, corta o goleiro santista e marca. GOOOOOOOOOOL!!
E termina o primeiro tempo.
No intervalo o técnico joseense tira as setinhas de Hugo e Cesinha e as movimentações ofensivas de Rodolfo Soares.
Começa o segundo tempo.
Logo aos 2 minutos, grande ataque do Santos, cruzamento de Kléber, Ilan remata para uma excepcional defesa de Edinho, com Luis Fernando concluindo a jogada tirando o perigo.
Aos 8, escanteiro para o São José, Cesinha bate, bola é cortada de cabeça mas volta para Cesinha, que dessa vez põe na cabeça de Vandinho, Fábio Costa espalma, e a bola fica rolando praticamente em cima da linha, até que a zaga santista afasta. Uuuhh!!
Aos 13, o Santos empata. Escanteio batido por Tiago, gol de Luis Alberto. André Renato decide continuar da maneira que começou o jogo, defensiva, pressão meio-campo e contra-ataque.
2 minutos depois, Kléber lança Julinho pela esquerda, que chuta muito perto da trave esquerda de Edinho. Pressão santista!
Aos 22, Cesinha lança Vandinho pela direita, que cara a cara com Fábio Costa perde (outro) um gol incrível! E no contra-ataque armado pela defesa de Fábio Costa, Julinho vira o jogo... André Renato manda Vandinho pra determinados lugares que prefiro não dizer, e coloca Éderson em seu lugar, voltando a por setinhas as meias abertos, fazendo pressão no campo inteiro e mentalidade Normal.
Aos 26, Kléber lança Julinho (ainda bem que eles sairam jogando com o Ilan, esse Julinho foi o melhor em campo do Santos) que cruza para Toledo, que de cabeça escora pra Alecsandro, que chuta para sensacional defesa de Edinho, e no rebote a bola voltou para ele, enchendo o pé para ESPETACULAR, CINEMATOGRÁFICA defesa de Edinho, simplesmente sem palavras!
Aos 30 não teve jeito. William lança Julinho pela esquerda, que cruza para Alecsandro sozinho marcar, 3 x 1 Santos, jogo perdido. Mando meu time pro tudo-por tudo, tiro Betão e coloco Dinélson, adiantando Hugo para o ataque, mas desanimado.
Aos 34, o São José acha um gol. Escanteio batido por Dinélson, Fábio Costa sobe, mas Hugo sobe mais do que o goleiro santista. GOOOOOOOOOOOL! Uma réstia de esperança para o São José. E Émerson Leão estranhamente muda seu time para o 4-2-4... vai entender...
Aos 43 a zaga santista afasta uma bola, que sobra para Rodolfo Soares pela faixa direita de ataque joseense, ele mete nas costas de Luis Alberto, encontra Éderson, que por sua vez ensina a Vandinho como se faz. GOOOOOOOOOOOOOL!!! É O EMPATE HERÓICO DO SÃO JOSÉ!!! Seu treinador então pra segurar o empate e combater o 4-2-4 santista, faz uma linha de 4 atrás, com Wendell pela esquerda, Marquém e Luis Fernando pelo centro e Wildinho, que entrara no lugar de Renato, pela direta; 2 volantes, 2 meias abertos e 2 na frente, mentalidade defensiva e contra-ataque.
Aos 46, um lance incrível: Wendell desarma William, escanteio. Kléber bate, Toledo escora de volta, Kléber centra novamente, um bate rebate intenso, até que a bola sobra limpa para Luis Alberto chutar, Edinho faz uma defesa monstruosa, e quando a bola parecia que iria cair no pé de William, Wildinho mete um bico na bola pro lado esquerdo, onde encontra Toledo, que gira e toca para Luis Alberto na entrada da área encher o pé. A bola passou MUITO perto da trave, mas muito MESMO. Lance simplesmente sensacional.

Juiz dera 4 minutos de acréscimo. Quando a "plaquinha" subiu eu fiquei muito puto, pois queria segurar o empate de qualquer jeito, pensei: "se eu tivesse buscando o empate ou a vitória vc daria 2 de acréscimo né, seu filho da puta". Mas não sabia o que estava por vir.

48'30'', Hugo, agora volante, rouba uma bola no meio-campo e lança para Cesinha na faixa direita do campo, que avança no mano a mano com Kléber, e dentro da área faz o desarme. Escanteio. Nisso já estava 48'45'', já via as manchetes: "São José arranca heróico empate em Santos!". Pois bem, escanteio despretencioso, mal dei bola pra ele, estava sorrindo com o empate, que não daria mais tempo do Santos armar um contra-ataque. Dinélson bate bem aberto.... na direção de Hugo.... mas ele tá marcado, nem vai acontecer nada... mas ele ganha pelo alto... sim, ele ganha pelo alto.... GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL!!!!!!!!! EXPLOOOOOOODE A TORCIDA JOSEENSE EM TODO O BRASIL!! (estimada em 30 milhões) AOS 49'13'' HUGO VIRA O JOGO!!!! 4 X 3!!! HERÓICO, ÉPICO, HISTÓÓÓRICO!!! ANDRÉ RENATO SOBE NA CADEIRA, PUXA SEUS CABELOS, SORRI DE ORELHA A ORELHA, FICA NU, PULA NA CAMA, NÃO SE CONTÉM DE TANTA ALEGRIA!!! UM DOS MELHORES JOGOS DE TODA SUA CARREIRA!!! E APIIIIIIIIIIIIIIIIITA O ÁRBITRO, É FIIIIIIIIIM DE JOGO NA VILA BELMIRO!!! ANDRÉ RENATO MOSTRA A BUNDA PARA ÉMERSON LEÃO, SEU MAIOR RIVAL PESSOAL!! E PRA COMPLETAR, SÃO JOSÉ É LÍDER DA SÉRIE A COM ESSA VITÓRIA, 2 PONTOS A FRENTE DO GOIÁS (com um jogo a mais)!!! SEM PALAVRAS, SEM PALAVRAS!!!