Fim da Dinastia Blue

Saturday, August 18, 2007

0 comments
O tempo passa, e alguns jogadores do scratch dos sonhos, famoso time do Chelsea da década de 10, vão se aposentando. Com muito pesar eu os cito:
José Julian de la Cuesta, D EC, Colômbia
Idade: 40 anos(ao deixar o clube)
Clubes: Atlético Nacional(2004 até 2014) e Chelsea(2015 até 2023)
Presenças(pelo Chelsea): 271 partidas (mais 13 como substituto)
Gols: 11
Assistências: 31
Man of the Match: 3
Títulos:
Premier League: 14/15, 15/16, 16/17, 17/18, 18/19, 19/20, 20/21, 21/22 e 22/23.
Liga dos Campeões: 14/15, 16/17, 17/18, 18/19, 19/20, 22/23.
Copa da Inglaterra: 17/18, 20/21 e 22/23.
Carling Cup: 19/20 e 22/23
Mundial Interclubes: 14/15, 17/18, 18/19 e 19/20.
Supertaça Inglesa: 14/15, 15/16, 16/17, 18/19, 19/20 e 21/22.
Supertaça Européia: 16/17, 18/19 e 19/20.
Andrew Lonergan, GR, Inglaterra
Idade: 39 anos(ao deixar o clube)
Clubes: Chelsea(2010 até 2023)
Presenças(pelo Chelsea): 389 partidas (mais 12 como substituto)
Gols sofridos: 316
Jogos sem sofrer gols: 209
Man of the Match: 30
Títulos:
Premier League:
10/11, 11/12, 12/13, 14/15, 15/16, 16/17, 17/18, 18/19, 19/20, 20/21, 21/22 e 22/23.
Liga dos Campeões: 10/11, 11/12, 12/13, 14/15, 16/17, 17/18, 18/19, 19/20, 22/23.
Copa da Inglaterra: 10/11, 12/13, 17/18, 20/21 e 22/23.
Carling Cup: 10/11, 11/12, 19/20 e 22/23.
Mundial Interclubes: 10/11, 11/12, 12/13, 14/15, 17/18, 18/19 e 19/20.
Supertaça Inglesa: 10/11, 11/12, 12/13, 14/15, 15/16, 16/17, 18/19, 19/20, 21/22.
Supertaça Européia: 10/11, 11/12, 12/13, 16/17, 18/19 e 19/20.

Top 5 Jogos

Monday, May 21, 2007

0 comments
Uma lista sobre minhas maiores partidas no Championship Manager e um breve comentário:
5º Lugar: Newcastle 4 x 5 Chelsea
Competição: Premierleague

Local: St. James Park
Data: 7/02/2015
Newcastle vinha sendo o meu maior rival, tanto na Inglaterra quanto na Europa, tendo inclusive perdido uma final de Liga dos Campeões para eles.

Aos 12 minutos, Uche abre o marcador para o Newcastle. Aos 15 minutos, perco Todorov, meu melhor jogador de todos os tempos, lesionado; em seu lugar, Rungratsamee. Aos 19 minutos, Cristiano Ronaldo empata para o Chelsea. Aos 32 minutos, Nolan faz o segundo gol do Newcastle. Aos 45 minutos, Robben empata para o Chelsea. Fim do primeiro tempo.
Aos 47 minutos, Rungratsamee vira o jogo para o Chelsea, 3 x 2. Aos 63 minutos, Uche empata novamente. Aos 72 minutos, Nolan vira o jogo para o Newcastle, 4 x 3. Aos 75, Rungratsamee empata novamente para o Chelsea, 4 x 4. E aos 77 minutos, na terceira virada da partida, Jenas define a vitória do Chelsea, 5 x 4.
4° Lugar: Santos 3 x 4 São José
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Vila Belmiro
Data: 3/06/2006
Jogo sensacional, e o que torna esta vitória ainda mais saborosa é o fato de eu ter pego esse time na 3ª divisão e ter levado ele a vencer o Santos na Vila Belmiro.
Aos 45 minutos, Enrico abre o placar para o São José. Aos 59 minutos, o Santos empata com Luis Alberto, 1 x 1. Aos 68 a virada santista, Julinho, 2 x 1. Aos 76 minutos, Alecsandro faz o terceiro gol do Santos, 3 x 1. Aos 80 minutos, Hugo desconta para o São José, 3 x 2. Aos 89 minutos, o empate heróico do São José, Éderson marca, 3 x 3. Então, aos 94 minutos, no lance que antecede o fim da partida, o absurdo acontece: Hugo vira a partida, numa virada espetacular, 3 gols em 14 minutos, épico.
3° Lugar: São José 3 x 3 Cruzeiro
Competição: Libertadores da América 2007 - Final - Jogo 1
Local: Martins Pereira
Deste jogo eu infelizmente não vou me lembrar de detalhes de autor de gols, tempo dos gols nem data da partida, pois eu não salvei este jogo, e eu perdi o save........
Mas a minha tensão para esse jogo não tem como explicar com palavras, só posso dizer que era a maior da minha vida de CM até aquele dia. Eu consegui abrir 2 x 0 no 1° tempo, eu nem acreditava, bem como não acreditava que no 2º tempo eu consegui tomar uma virada para 3 x 2. E não acreditei ainda mais quando aos 92 minutos, Vandinho empatou para o São José, 3 x 3, resultado que me permitiria não ter que atacar o Cruzeiro no Mineirão. No jogo de volta, 2 x 1 para mim, e campeão da Libertadores.
2° Lugar: São José 6 x 1 Chelsea
Competição: Mundial Interclubes
Local: Yokohama
Sim, 6 x 1. É sério. É sério mesmo, eu juro. Pára, eu to falando sério. Não acredita? Você vai ver.
Logo aos 20 e poucos SEGUNDOS, Éderson abre o placar, 1 x 0 São José. Aos 8 minutos, Éderson faz novamente, 2 x 0. Aos 14 minutos, Lampard, de pênalti, desconta para o Chelsea, 2 x 1. Aos 33 minutos, Vandinho amplia o marcador, 3 x 1. Fim do primeiro tempo.
Aos 59 minutos, Vandinha aumenta, 4 x 1. Aos 62 minutos, Toró, 5 x 1. E aos 69 minutos, fechando a goleada homérica, Vandinho marca mais um, 6 x 1.
1° Lugar: São José 3 x 1 São Paulo
Competição: Libertadores da América - 4ªs de Final - Jogo 2
Local: Martins Pereira
Comecemos pelo jogo de ida, no Morumbi. São Paulo era tri campeão consecutivo, era o melhor time da América disparado, eu era totalmente zebra. Perdi o jogo por 2 x 0, após segurar a pressão até boa parte do 2° tempo, quando de uma só vez tomei os 2 gols.
Agora o jogo de volta. Fui para o jogo sem esperança, fui pra me divertir, mesmo com a provável eliminação eu não ia me abater, eu acabara de levar meu time até as quartas de final da Libertadores, não teria motivo pra ficar triste.
Aos 9 minutos perco Vandinho, meu melhor atacante, lesionado. Aos 22 minutos, Enrico abre o placar para o São José. Aos 31 minutos, Rodolfo Soares faz o segundo gol, 2 x 0, resultado impensável, mas que estava acontecendo. Fim do primeiro tempo.
Aos 61 minutos, Éderson faz 3 x 0 sobre o atual tri campeão da Libertadores. Eu nem acreditava no que acontecia. Aos 66 minutos tomei um gol bobo, o São Paulo havia acabado de perder um jogador lesionado e já efetuado as 3 alterações, mas não deu nem tempo de entrar na tática pra alterar, já começou um lance que resultou em gol. Terminou o jogo, São José havia revertido uma vantagem absurda, e agora decidiria a vaga nos pênaltis, contra o melhor goleiro do CM, Rogério Ceni.
São Paulo abre a série, e Orteman desperdiça.
São José bate com Rafael Pedro, Rogério defende.
São Paulo com Fábio Bala, gol, 1 x 0.
São José bate com Toró, Rogério Ceni defende.
São Paulo com Adriano, Edinho defende.
São José com Enrico, Rogério mais uma vez defende. Incrível!
São Paulo com Vargas, Edinho defende.
São José com Hugo, gol, 1 x 1, faltando um chute pra cada um.
São Paulo com André Dias, que isola por cima do gol. Era só fazer agora.
São José com Éderson. Lembro-me de ter murmurado a mim: "Só faz esse gol Éderson, não precisa fazer mais nada na vida, só faz esse, por favor...". Gol. Não sei explicar minha reação, eu cai de joelhos no chão, pulei, tirei a camisa, pulei mais um pouco, sorri, fui até a cozinha me refrescar, sorrindo, nossa, algo inexplicável, foi o épico da minha vida.

Campeonato Brasileiro - 1ª Rodada

Saturday, May 12, 2007

1 comments
São Paulo 2 x 0 Goiás
São Paulo: Rogério Ceni, André Dias, Miranda e Alex Silva; Ilsinho, Josué, Hernanes, Jorge Wágner e Hugo; Dagoberto (Souza) e Borges (Aloísio). Téc.: Muricy Ramalho.
Goiás: Harley, Cléber, Leonardo e André Leone; Paulo Baier (Felipe), Cléber Gaúcho, Romerito, Petkovic e Diego (Danilo Portugal); Fabrício Carvalho (Wendell) e Fabiano Oliveira. Téc.: Wanderley Filho.
Gols: Jorge Wágner 16' e Rogério Ceni 35'.
Outros resultados:
Fluminense 2 x 2 Cruzeiro
Figueirense 3 x 6 Atlético-PR
América-RN 0 x 1 Vasco
Sport 4 x 1 Santos
Corinthians 1 x 0 Juventude
Flamengo 2 x 4 Palmeiras
Inter 2 x 3 Botafogo
Paraná 3 x 0 Grêmio
Atlético-MG 2 x 1 Náutico

Ao Mestre, com carinho

Thursday, March 01, 2007

3 comments
Vinte e seis de Julho de 1931, nascia na cidade de Itabirito, Minas Gerais, Telê Santana da Silva, ou apenas Telê Santana. Me arrepio ao escrever esse nome... Começou sua carreira aos 14 anos, no time de sua cidade, o Itabirense, e em seguida para o América, de São João Del Rei. Ainda um jogador juvenil, conseguiu ser aprovado num teste para jogar no Fluminense em 1950, onde veio a assinar seu primeiro contrato profissional em 1951, dirigido por Zezé Moreira, ano em que viria a conquistar seu primeiro título, o de campeão carioca, marcando incluvise 2 gols no jogo decisivo frente ao Bangu.

O Fio de Esperança, apelido de Telê, surgiu com um concurso sugerido pelo jornalista Mário Filho, entitulado: "Dê um slogan a Telê Santana e ganhe 5 mil cruzeiros". Venceram 3 apelidos, mas o que caiu nas graças da torcida foi Fio de Esperança, que fazia alusão aos seus apenas 57 quilos. Telê não teve oportunidades de brilhar na seleção brasileira, pois disputava vaga nada mais nada menos do que com Julinho Botelho e Garrincha. Ai complica!

Iniciou sua carreira que, por incrível que pareça, fora ainda mais vitoriosa, a de treinador, em 1967, como técnico do juvenil do Fluminense. Dois anos mais tarde, ganharia seu primeiro título no time principal do Fluminense. Daí pra frente, meus amigos, prepare-se para ler uma das carreiras mais vitoriosas da história de um treinador.

Só para se ter uma idéia da capacidade do Mestre, ele conseguir ser campeão estadual nos 4 principais centros futebolísticos do país: Campeão Carioca pelo Fluminense em 1969; Campeão Mineiro pelo Atlético Mineiro em 1970 e 1988; Campeão Gaúcho pelo Grêmio em 1977(interrompendo uma sequência de 8 títulos do Internacional) e Campeão Paulista pelo São Paulo em 1991 e 1992. E ainda há quem conseguia chamá-lo de pé-frio...
Em 1971, no primeiro ano de Campeonato Brasileiro, leva o Atlético Mineiro ao título, num triangular disputado com as equipes do São Paulo e do Botafogo. Vale lembrar que Telê tinha até então 4 anos de carreira apenas.

Foi campeão Árabe em 1983, da Copa do Rei Árabe em 1984 e da Copa do Golfo em 1985, todos pelo Al-Ahly, do Egito. Fico imaginando aqueles jogadores árabes recebendo instruções do Mestre, ainda mais depois do time que ele montou na Copa de 82. E atualmente, Sul-Africanos receberão instruções de Parreira... é, quase igual.

Voltando para a civilização, falemos um pouco sobre as Copas de 82 e 86, copas que renderam a absurda fama de pé-frio ao Mestre, mas enfim, coisa de brasileiro, povo de mentalidade pequena, que só interessa o título, que dá mais valor ao futebol pragmático jogado em 94 do que ao vistoso futebol de 1982. Feliz são meus pais, que viram essa Copa, preferia que essa seleção tivesse ganho e eu não tivesse visto do que ter visto o título de 94, sem tirar os óbvios méritos de jogadores como Taffarell, Dunga, Branco e Romário.

Na Copa de 82, na Espanha, gostaria de começar citando os atletas que formavam a seleção nessa copa: Carlos, Paulo Sérgio e Waldir Peres; Edevaldo, Leandro, Júnior e Pedrinho; Edinho, Juninho, Luizinho e Oscar; Batista e Toninho Cerezzo; Dirceu, Falcão, Paulo Isidoro, Renato, Sócrates e Zico; Roberto Dinamite, Serginho e Éder. Precisa algum comentário?
Me dá angústia imaginar um meio-campo com Falcão, Sócrates e Zico e saber que não presenciei isso. Era uma seleção renomada, mas não uma seleção que jogou apenas com o nome, como a de 2006, todos ali faziam justiça ao nome, e jogaram simplesmente um futebol perfeito. Não há uma pessoa, mesmo italianos, que achem a seleção da Itália mais forte do que a seleção brasileira de 82. Futebol felizmente não é uma ciência exata, mas pra essa seleção de 82 bem que poderia ser, porque não haveria no mundo que nos batesse. Enfim, coisas do futebol.

Na Copa de 86, no México, a seleção esteve longe de apresentar o mesmo futebol de 82, mas ainda sim contava com atletas de respeito, como Leão, Edinho, Oscar, Júnior, Falcão, Sócrates, Zico, Careca e Casagrande. E novamente, de forma novamente inexplicável, perdemos, dessa vez para a França, nos pênaltis, após empate por 1 x 1 no tempo regulamentar, nas quartas-de-final. Pronto, foi o suficiente para uma chuva de críticas ao Mestre, sendo motivo de chacota dentre a mídia brasileira. Mas a volta por cima é sempre prazerosa.

1990, Telê Santana, demitido do Palmeiras, assume o São Paulo Futebol Clube, no lugar do uruguaio Pablo Forlán. Sem muitos recursos, apostou em jovens jogadores como Raí, Leonardo, Cafu, Antônio Carlos e Elivélton. E já em 1990 conseguiu uma final de Campeonato Brasileiro, perdendo a final para o Corinthians.
Em 1991, com um time mais entrosado e mais experiente, Telê Santana leva o São Paulo ao seu 3° título nacional, vencendo o Bragantino na decisão, o que leva o São Paulo a disputar a Libertadores de 1992.

Libertadores da América, 1992. O São Paulo, até então jamais campeão do torneio, disputa a primeira fase juntamente com Criciúma, San José e Bolívar, obtendo 3 vitórias, 2 empates e 1 derrota. Nas oitavas-de-final, duelo frente ao Nacional, e duas vitórias: 1 x 0 fora e 2 x 0 em casa.
Nas quartas-de-final, um duríssimo duelo novamente frente ao Criciúma, que havia vencido o São Paulo por 3 x 0 na primeira fase. No Morumbi, vitória por 1 x 0, e em Criciúma, empate de 1 x 1.
Nas semifinais, uma tranqüila vitória de 3 x 0 sobre o Barcelona do Equador, e no jogo de volta derrota por 2 x 0. São Paulo, dirigido por Mestre Telê Santana, numa final de Libertadores novamente. O adversário: Newell's Old Boys, da Argentina.
Primeiro jogo na Argentina, e vitória do time da casa, 1 x 0. Segundo jogo no Morumbi, para um público de mais de 105 mil pessoas, o São Paulo devolve o 1 x 0, e a decisão vai para os pênaltis. São Paulo vence por 3 x 2, e Gamboa, zagueiro argentino, deve sonhar com o monstro Zetti até hoje.
Time-base: Zetti, Cafu, Antônio Carlos, Ronaldão e Ivan; Adílson, Pintado, Raí e Palhinha; Müller e Elivélton. Vaga no Mundial Interclubes garantida.

Mundial Interclubes, 1992, Tóquio. São Paulo x Barcelona, Barcelona x São Paulo, um jogo simplesmente histórico, ambos buscando seu primeiro título mundial. O Barcelona ostentava um elenco repleto de craques como Zubizarreta, Stoichkov, Koeman, Beguiristain e Michael Laudrup, sem contar Johann Cruyff como treinador. Lembro-me perfeitamente, morava num prédio no Centro, meu pai me acordando, se não me engano eram duas da manhã, e nós assistindo ao jogo, meus berros, finos, mas apaixonados, com o gol antológico de falta do Raí, realmente no ângulo, sem a menor chance para Zubizarreta. O São Paulo, sob o comando do "pé-frio" Telê Santana, conquistava o maior título de sua história. O São Paulo era o mais novo Campeão Mundial.
Times-base:
Barcelona: Zubizarreta, Ferrer, Koeman, Guardiola e Euzébio; Bakero, Amor, Witschge e Beguiristain; Stoichkov e Laudrup. Téc.: Johann Cruyff.
São Paulo: Zetti, Vítor, Adílson, Ronaldão e Ronaldo Luís; Pintado, Cerezo, Raí e Cafu; Palhinha e Müller. Reservas: Marcos, Válber, Dinho, Catê e Elivélton.

E só para constar, em 92 o São Paulo fora campeão paulista também, numa final disputada contra o Palmeiras, 7 dias após o jogo contra o Barcelona. E que venha 1993!

Libertadores da América, 1993. O São Paulo, como atual campeão, não precisou disputar a primeira fase da competição, entrando somente a partir das oitavas. E de cara um velho conhecido: o Newell's Old Boys, jurando vingança. No primeiro jogo, parecia que iriam conseguir, vencendo o São Paulo por 2 x 0. Mas no Morumbi, um sonoro 4 x 0, e outra vez o São Paulo era o pesadelo dos Meninos Velhos.
Nas quartas-de-final, um doméstico confronto contra o Flamengo. No Maracanã, após jogar infinitamente melhor que o adversário, o São Paulo apenas empata com o Flamengo por 1 x 1. No Morumbi, vitória por 2 x 0.
Na semifinal, o primeiro jogo seria no Morumbi dessa vez, por obras da CONMEBOL. Vitória sofrida, 1 x 0 frente ao Cerro Porteño. E no segundo jogo, em Assunción, brilhou novamente a estrela de Ronaldo Luis, ao salvar um gol do adversário em cima da linha, feito que ele já havia realizado contra o Barcelona e na final do Paulista contra o Palmeiras no ano anterior. 0 x 0, São Paulo na final novamente.
Na final, o adversário seria o Universidad Católica, do Chile. Pobre Católica, levou um vareio do time comandado pelo Mestre, 5 x 1, o maior placar de uma final de Libertadores, título praticamente garantido, só restava ir ao Chile cumprir tabela. Derrota por 2 x 0, mas e daí, o São Paulo era bi-campeão da Libertadores! Êta pé-frio bom esse! Novamente, Mundial a vista.

Mundial Interclubes, 1993, Tóquio. O São Paulo enfrentaria a máquina que era o time do Milan, talvez um dos maiores times europeus de todos os tempos, um time que metera 4 x 0 no Barcelona na final da Champions League. Contava com uma defesa perfeita, com Rossi, Panucci, Costacurta, Baresi e Maldini. Uma vitória que viria a ser épica, ainda mais da forma com que foi conquistada.
O São Paulo saiu na frente com Palhinha aos 19' do 1° tempo. Massaro empatou aos 3' do 2° tempo. Aos 14', Cerezo recoloca o São Paulo em vantagem. Aos 36', Papin empata novamente para os milanistas. Até que, aos 41', num lance absolutamente fortuito, Müller sai para dividir com Rossi, o goleiro rebate a bola, que toca no calcanhar de Müller e entra. Müller nem viu a bola entrando, só a viu dentro do gol. A partir daí foi apenas administrar o placar e comemorar, éramos bi-campeões mundiais!! Obrigado, pé-frio!
Times-bases:
Milan: Rossi, Panucci, Costacurta, Basesi e Maldini; Albertini, Donadoni, Desailly e Massaro; Papin e Raduciou. Téc.: Fabio Capello.
São Paulo: Zetti, Cafu, Válber, Ronaldão e André Luis; Doriva, Dinho, Cerezzo e Leonardo; Palhinha e Müller. Téc.: Telê Santana.

O São Paulo conquista ainda nesse ano a Supercopa da Libertadores, vencendo o Flamengo, e a Recopa Sulamericana, vencendo o Cruzeiro. No ano seguinte, perde a Libertadores nos pênaltis para o Vélez Sarsfield, da Argentina, mas volta a vencer a Recopa, diante do Botafogo(jogo disputado em Kobe, Japão) e vence a CONMEBOL, time do famoso "Expressinho", que eliminou o Corinthians na semifinal e venceu o Peñarol na final, num fantástico 6 x 1 no primeiro jogo (Rogério Ceni, Claudemir, Bordon, Nelson e Marcelo Alexandre; Ronaldo Luis, Emerson, Marcelo Pereira e Juninho Paulista; Caio e Denílson. Téc.: Muricy Ramalho).

Trabalhou no São Paulo até 1996, onde uma isquemia cerebral o afastou do time. Em 2003, tem uma parte da perna amputada. Com dificuldades pra se locomover e falar, Telê Santana vai tendo seu estado agravado com o tempo. Em março de 2006, é internado com uma grave infecção no intestino. E no dia 21 de Abril de 2006, dia de outro mineiro, Tiradentes, Telê Santana nos deixa. Não temos mais a sua presença dentre nós, o seu sorriso, seu mau humor engraçado, sua filosofia como treinador, mas isso passa, com o tempo a saudades ameniza um pouco. Mas o homem, o cidadão que o senhor ensinou não só aos jogadores que esteve sob Seu comando, mas a toda pessoa que o conheceu, nem que seja pela TV, isso é para sempre. Valeu, Mestre.


Olê, Olê, Olê, Olê, Telê, Telê. Olê, Olê, Olê, Olê, Telê, Telê.


E rompe-se o fio de esperança.



Feliz Aniversário Amor

Saturday, February 17, 2007

8 comments
17 de Fevereiro de 1995, nascia aquela que viria a ser o amor da minha vida. Eis sua história:

Mamãe Márcia foi pegar seus filhos, André e Priscila, na escola Maurício Cury, no centro da cidade. André naquela época tinha medo de cachorro, chegou a ir ao psicólogo por causa desse medo. André e Priscila adentraram no banco de trás do Chevette branco de mamãe Márcia, e viram uma caixa, com um monte de coisinhas pulando dela. Ao olhar para a caixa, viram uma cachorrinha marrom, dormindo toda enroladinha, como um anjo. As coisinhas pulando eram suas pulguinhas. Impossível sentir medo desse bebezinho.

Desde pequena, mostrava-se com uma inteligência e esperteza única, tendo aprendido rapidamente palavras como: senta, dá a pata, deita, passear, coleira, biscoito, osso, tchau, etc. Aprendeu também a brincar de esconde-esconde comigo e com minha irmã: um de nós segurávamos ela, o que ia se esconder gritava "tchaaaau!!", e depois quando tava escondido gritava: "pooode!!", e lá ia ela procurar um de nós 2. Fico me perguntando quantos cachorros fazem isso.

Era muito bagunceira também, vivia comendo o rodapé da casa, puxando o rolo de papel higiênico, comendo parede e mais dezenas de outras coisas. Dentre essas duas coisas vale destacar quando ela mordeu 2 amigos meus, um abaixo do olho e outro no lábio. Isso é problema deles, a Babi pode tudo :)


Um momento inesquecível de sua vida foi quando teve seus 5 filhotinhos, carinhosamente apelidados de: 1313 (lê-se treze-treze), pois era a mais fraquinha, a azaradinha, tudo de errado acontecia com ela; a branquinha e o branquinho, pois nasceram de uma cor jamais vista em um Basset (depois escureceram, ficaram "normais"); o ziguinho, pois era da cor do cachorro que a Babi cruzou, o Zig; e a babizinha, que era a mais parecida com a Babi. Era absolutamente mágico chegar em casa e ver aqueles 6 cachorrinhos vindo te saudar na porta. Lembro-me ter chorando quando o ziguinho, meu preferido, foi vendido. E lembro-me ainda mais quando depois de um tempo fomos visitar todos os filhotinhos, e o ziguinho me reconheceu, fez uma enorme festa... aquele dia foi foda não chorar... como estou quase nesse momento...

Quando vinha para esta casa, ainda de meus avós maternos, sempre caçava os gatos que minha avó tinha. Ela tem esse dom de caçadora até hoje, próprio da raça. Ela que nos alertou da existência de ratos na edícula. Ela é foda.
Algo que me deixa totalmente assustado até hoje foi quando, já morando nessa casa, fui sair com ela para passear, e fui atravessar a avenida aqui e subir no canteiro central, mas por algum motivo ela não quis subir no canteiro, então eu fui e puxei nela, nisso ela fez força para o lado contrário, e a coleira dela saiu. E vinha vindo um carro...... pausa para respirar..... o carro deve ter passado a uns 15 ou 20 centímetros dela...... se algo lhe tivesse acontecido creio que não estaria aqui hoje escrevendo essa homenagem a meu amor, pois eu estaria morto.


Hoje é inegável dizer que sou a pessoa que ela mais faz questão de estar junto aqui, ela tá sempre comigo, dorme comigo, almoça comigo, janta comigo, deita na sala pra ver tv comigo, vai no quintal comigo, as vezes até cava a porta do banheiro pra eu sair mais rápido. O amor que essa cachorrinha trás consigo é algo inexplicável, não existe companheira como ela, ela enxuga minhas lágrimas quando choro, ela faz carinha de triste quando vem lamber meu rosto e sem querer dá uma mordidinha na minha boca, ela tenta agradar quando recebe alguma bronca, vem nos lamber, ela é tudo e mais um pouco pra mim, eu simplesmente não vivo sem ela, eu não me imagino mais olhando pra minha cama e a vendo vazia, eu não me imagino mais comendo sem ter o rostinho dela me olhando, eu não me imagino mais chegando em casa e não vendo ela me receber com festa, eu não me imagino mais sem o cheirinho dela. Eu a amo mais do que tudo nesse mundo, viver sem ela não é viver, é apenas existir.
Posso muitas vezes me sentir triste, mas sozinho eu não me sinto há 12 anos, idade que meu bebê completa hoje. Parabéns, amor.

Championship Manager - Scratch dos Sonhos

Friday, February 09, 2007

3 comments
Uma homenagem ao melhor time já formado no Chelsea, temporada 2018/2019:
Andrew Lonergan - Goleiro - 35 anos
Jogos: 266
Gols Sofridos: 208
Jogos sem sofrer gols: 148
Man of the Match: 22
No Chelsea desde 24.06.2010
Michael Collins - Lateral-direito - 28 anos
Jogos: 183
Gols: 2
Assistências: 13
Man of the Match: 0
No Chelsea desde 01.07.2013
Mirko Viviani - Zagueiro - 33 anos
Jogos: 183
Gols: 6
Assistências: 20
Man of the Match: 3
No Chelsea desde 09.01.2014
Alberto Peixoto - Zagueiro - 27 anos
Jogos: 273
Gols: 20
Assistências: 20
Man of the Match: 3
No Chelsea desde 27.01.2012
José Julian de la Cuesta - Lateral-esquerdo - 36 anos
Jogos: 185
Gols: 9
Assistências: 24
Man of the Match: 3
No Chelsea desde 09.07.2014
Jermaine Jenas - Volante - 36 anos
Jogos: 160
Gols: 14
Assistências: 26
Man of the Match: 5
No Chelsea desde 18.06.2014
Cristiano Ronaldo - Meia-direita - 34 anos
Jogos: 485
Gols: 124
Assistências: 187
Man of the Match: 42
No Chelsea desde 26.08.2007
Arjen Robben - Meia-central - 35 anos
Jogos: 372
Gols: 66
Assistências: 115
Man of the Match: 11
No Chelsea desde 29.08.2009
Kevin Watson - Meia-esquerda - 27 anos
Jogos: 53
Gols: 15
Assistências: 24
Man of the Match: 5
No Chelsea desde 17.06.2017
Supat Rungratsamee - Atacante - 30 anos
Jogos: 285
Gols: 252
Assistências: 135
Man of the Match: 83
No Chelsea desde 26.07.2008
Anatoli Todorov - Atacante - 33 anos
Jogos: 671
Gols: 684
Assistências: 200
Man of the Match: 260
No Chelsea desde 27.08.2003
* Dados atualizados até 16.03.2019